As exportações de carne suína, em abril, permaneceram firmes
e atingiram 53,99 mil toneladas, um aumento de 10,82% em relação
a igual período de 2008. As notícias sobre a epidemia da influenza
A(H1N1), incorretamente ainda chamada de gripe suína por muitos órgão
da mídia, não repercutiram nas exportações no final
de abril.
Também no mercado interno, as vendas continuam dentro da normalidade. Acredita-se
que o consumidor compreendeu que o problema de saúde pública nada
tem a ver com os suínos ou sua carne. De janeiro a abril de 2009, o Brasil
exportou 188,79 mil toneladas (US$ 377,25 milhões). Em volume, as exportações
brasileiras no período foram 18,11% superiores às de igual período
de 2008.
Porém, em valor, houve uma queda de 4% (US$ 393,35 milhões de janeiro
a abril de 2008).
Exportações do iníco de maio mostram crescimento
"Continuamos preocupados e atendendo diariamente todos os importadores com
informações detalhadas sobre a biossegurança das granjas,
mas os números de maio são otimistas", diz Pedro de Camargo
Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora
e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS).
A gripe A (H1N1), que foi identificada no México por volta do dia 24 de
abril, até agora não tem repercutido negativamente nas vendas brasileiras
de carne suína, seja no mercado externo ou interno. O Brasil exportou 17,57
mil toneladas entre os dias 1º e 10 de maio, segundo informações
da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Nos dez primeiros dias de maio, a Rússia continuou liderando o ranking
dos maiores importadores. Comprou, no período, 10,84 mil toneladas. Em
seguida estão Hong Kong, Ucrânia, Angola, Cingapura, Argentina, Uruguai,
Albânia, Moldávia e Geórgia.
Fonte: www.revistafrigonews.com.br
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